sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Exibição do dia 13/08 - Vídeo Denúncia e Periferia Luta

Sim pessoal, foi neste sábado a exibição do segundo tema do coletivo Tela Clandestina.
Com o Tema: Moradia: Direitos e suas contradições, a noite foi iniciada pela intervenção artística da Cia Teatral Comédias, Tragédias e Self - Service, com um pequeno trecho do espetáculo Leitura do Fogo, que tem muito haver com o tema do Tela Clandestina

Igor Muniz 

Numa ocupação, os moradores criam uma biblioteca, porém, estão sendo ameaçados, não só de serem despejados, e terem seus livros queimados, mas, a vida deles tbm.











O desespero leva a um conflito entre os dois companheiros. E antes que invadam a biblioteca eles encontram um meio de amenizar a angústia.


Se a moradia é um direito, porque esse direito não é respeitado?
Porque "invadimos" propriedade, sendo que também temos o direito de moradia?


Sim, temos o direito de moradia, mas, não temos propriedade legal, não temos posse daquilo que é nosso por direito.
A constituição também garante o Direito de Propriedade.
Qual direito prevalece?
Após, essa intervenção, assistimos ao Vídeo Denuncia filmado pela Rede Livre Leste e ao Vídeo Periferia Luta da Rede Extremo Sul.
e tivemos no bate - papo a presença de representantes destes coletivos

Daniel Marques dando início ao bate - papo


Agradecendo em nome do Tela Clandestina  a participação do Leandro Hoehne da Rede Livre Leste e toda a rede pela iniciativa.





E da galera da Rede Extremo Sul, desculpem mas, só vou lembrar o nome do Guto e da Carol, porém, agradeço a todos da Sul que estiveram presentes.
Galera da Rede Extremo Sul
Agradeço a todos que participaram do Tela na noite de 13/08 e desde já os convido a participarem da segunda exibição do mês dia 27/08 á partir das 18h30 com o Filme A Margem do Concreto do diretor Evaldo Mocarzel.


Conto com vocês.


Até Lá!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Exibição




É amanhã pessoal
á partir das 18:30 a exibição do Tela Clandestina





Contamos com a presença de todos!!!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Tema do mês - Moradia: Direitos e suas contradições

Exibição do dia 23/07 - Bajo Juarez

Aproveitando o ensejo do agradecimento anterior, venho primeiramente pedir desculpas pela falha técnica que nos impediu de exibir o filme Bajo Juarez no dia 23/07 e agradecer a todos por terem permanecido no debate que foi norteado pelo tema do mês Mulher: Mercadoria e também pela intervenção cênica.

Sabemos que falhas acontecem e faremos o possível para que tais falhas não voltem a ocorrer.

Exibição do dia 09/07 - Canto de Cicatriz

No dia 09/07 ás 18h30min iniciou de fato o projeto Tela Clandestina, trazendo intervenção cênica, a exibição do documentário Canto de Cicatriz e depois um gostoso bate - papo com nossos convidados, apreciando um delicioso chá.

E agradeço em nome do coletivo Tela Clandestina a presença da poeta Maria Rodrigues
da atriz Jô de Freitas e da moradora da comunidade Margarete Lopes pela presença e pelo proveitoso bate - papo.


Sem deixar de agradecer é claro, nossos outros convidados, que se dispuseram a estar conosco neste dia.

sábado, 23 de julho de 2011

Bajo Juarez.La ciudad devorando a sus hijas - HOJE no Tela Clandestina

FILME DE HOJE



Bajo Juarez. Laciudad devorando a sus hijas, de Alejandra Sánchez e José Antonio Cordero (México, 2007), 96 min. Documentário sobre a morte de mais de 400 mulheres durante os últimos 15 anos em Ciudad Juárez, uma vila de operárias na fronteira com os Estados Unidos. O filme dá a palavra às parentes das mulheres assassinadas, às mulheres que vivem em Juárez sob ameaça constante de violências e às jornalistas que procuram revelar a verdade por trás destas mortes.

Debate



Convidadas: Poliana Almie (Pesquisadora da cultura afro) , Sandra (doméstica)
Mediação: Samara Oliveira

Local: Casa de Cultura Itaim Paulista
av: Barão de Alagoas, 340 

Início da sessão: 18:30

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Começamos!

No dia 9 de junho aconteceu o primeiro de muitos encontros do Tela Clandestina. Passamos o filme Canto Cicatriz, documentário que fala sobre a violência sexual conta a mulher, tivemos como convidadas a doméstica Margarete Lopes, a atriz Jô Freitas e a poeta Maria Rodrigues e como mediadora Rafaela Alves.
A intervenções aconteceram logo na entrada, pela parede haviam imagens de três “tipos” de mulheres,  MULHER/MERCADORIA, MULHER/AMÉLIA e MULHERES REVOLUCIONÁRIAS, imagens que levavam a questionamentos pertinentes, que mais tarde foram citados no debate.  Também houveram intervenções teatrais, em uma: uma mulher machucada em meio à pétalas de rosas, assustada, na parede o desenho de um homem agressor.
Perto da lista de presença, um espaço reservado às piadas mais machistas para quem veio escrever, piadas essas a serem criticadas, por não terem graça nenhuma.
Antes de iniciarmos o filme, algumas mulheres do coletivo fizeram uma intervenção teatral, onde exporam os principais papéis impostos as mulheres pela sociedade, os ensinamentos  machistas que algumas religões as submetem e os direitos pelos quais todas lutamos.
Após o filme abrimos a roda de debate para discutir a questão da mulher na sociedade, onde cada um teve espaço para expor sua opinião além das convidadas. Descobrimos e questionamos coisas que acontecem na maioria dos lares e como isso também interfere em nossas vidas, para analisarmos que passos devemos dar para mudar a história do machismo começando por nós mesmos.
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Para ver mais fotos: